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Criança de 3 a 6 anos

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Editora: Renata Dal Bó Mazzuco

Colaboradores: Ana Santin, Jessé Lana, Leandro Rosin, Nicolas Dominico

Criança de 3 a 6 anosEditar

Período de mudanças físicas, amadurecimento neurológico, aquisição de habilidades na linguagem e socialização, maior independência. Capacidade de expressar sentimentos complexos amor, infelicidade, ciúme, inveja.
Os sentimentos são autocentrados e preocupa-se em ter aprovação e aceitação das pessoas queridas (pais ou substitutos). Já domina tarefas primárias e procura socialização, é capaz de controlar os esfíncteres, vestir-se e alimentar-se sozinho.
As emoções tornam-se mais estáveis. Desenvolve empatia, sentimentos de vergonha e humilhação, começa a ter consciência da genitália e das diferenças entre os sexos, fase band-aid que é ansiedade perturbadora quanto a ferimentos corporais, medo de “esvaziar-se” pelo orifício do ferimento.
A criança de quatro anos é extremamente curiosa, questiona persistentemente e é capaz de criticar  comportamentos.
A criança de cinco ou seis anos movimenta-se com segurança em todas as direções, possui coordenação viso motora e usa linguagem eficientemente.


MotricidadeEditar

É o desenvolvimento motor, se trata de um processo contínuo e acontece no sentido céfalo-caudal e proximal-distal, do genérico para o específico. Desenvolvimento da locomoção, postura e do ato de segurar. Refinamento das capacidades motoras depende do desenvolvimento dos músculos e dos tratos neurais que os controlam. Também ocorre o desenvolvimento das capacidades sensoriais e de percepção.
A velocidade do desenvolvimento motor varia entre indivíduos, pode ser diminuída em função da falta de estímulo, porém não é acelerada significativamente pelo estímulo excessivo.


Cortes TransversaisEditar

3º anoEditar

Compreende o ambiente e prefere estar com outras crianças. Consegue ficar na posição ortostática por 30 segundos e é capaz de subir escadas. Uso do banheiro, noção de coletividade entende que tem que esperar a sua vez ou fazer fila e demonstra interesse por instrumentos musicais, consegue distinguir o som dos instrumentos. Consegue duas atividades ao mesmo tempo e tem considerável aprimoramento da coordenação motora.

4º anoEditar

Sempre esta disposta para mais uma brincadeira, não entende que os pais estão cansados se ele não está. Consegue fazer o teste de Romberg – de pé e olhos fechados e salta com um pé. Ao desenhar uma pessoa, desenha um homem com dois membros e acrescenta três partes a um homem incompleto.
É a melhor idade para aprender um novo idioma.

5º anoEditar

Controle motor bem amadurecido, consegue usar tesoura, andar de bicicleta. Consegue abrir uma mão e fechar a outra simultaneamente. Desenha formas geométricas. Ao desenhar uma pessoa, acrescenta oito partes a um homem incompleto. Demonstra habilidades sociais em esportes coletivos. Vive em constante busca aprovação dos pais ou cuidadores.

6º anoEditar

Tem noção de direita e esquerda, tem equilíbrio para andar para trás. Consegue se movimentar do decúbito dorsal para a posição sentado sem ajuda de membros.


Desenvolvimento CognitivoEditar

Imagem simbólica: Distinção entre imagem e seu significado. Ocorre a transição da inteligência sem linguagem para inteligência representativa
Não entende conceitos abstratos como exemplo: não compreende que seu pai não quer brincar por que está cansado, se ela própria não está.
Tudo deve ter um significado: Época dos “porquês”
Centralização: Incapacidade de contemplar duas dimensões diferentes, exemplo altura e comprimento ou peso de objetos de tamanhos diferentes.
O pensamento pré-operacional é estático: entende que a água pode se transformar em gelo, porém não entende que o gelo pode se transformar em água. Outro exemplo é acreditar que a arvore faz ventar ao balançar, e não o contrário.
Impedimento de entendimento de fenômeno da morte (irreversível)
Egocentrismo, não que ela seja egoísta, mas é impossível estabelecer relações causais às pessoas, pois tudo gira em torno dela.
Pensamentos próprios e alheios, ou seja, pede à mãe para pegar o brinquedo (imaginando que ela saiba qual ele quer, dentre todos).
Animismo, acredita que todas as coisas são vivas e, não entende o processo natural.
Tudo na natureza se compara a ela: o sol tem rosto, o pássaro voa porque gosta, as nuvens choram...
Em resposta à convivência com outras crianças, aprende que a linguagem deve ser eficaz para o trato social e que seus conceitos não são necessariamente comuns, a todas as pessoas.


Desenvolvimento da LinguagemEditar

Sequência no desenvolvimento: Articulação dos fonemas -> significado das palavras -> locuções; Substantivos -> Verbos -> Adjetivos -> Advérbios.
Começa a usar pronomes aos dois anos: “eu”, usa conjunções aos dois anos e meio. Entre dois e quatro anos usa maioria das regras fundamentais da gramática e entre cinco e seis anos espera-se que a fala seja semelhante à do adulto.
As primeiras habilidades semânticas desenvolvidas é distinguir diferentes classes de palavras e expandir o vocabulário.
Durante esse período faz generalização (vários objetos são chamados pelo mesmo nome), cria neologismos. Esses mecanismos diminuem a medida que a criança aumenta o vocabulário.
Erros na articulação são típicos até o período pré-escolar, ainda dentro da normalidade. Não devem ser estimulados. Deve-se orientar que os adultos falem corretamente com a criança, pois assim estarão favorecendo um desenvolvimento mais adequado.
Áreas primárias da linguagem estão localizadas no hemisfério esquerdo (Wernicke e Broca). Se antes dos quatro anos, houver lesão do hemisfério esquerdo pode resultar em afasia passageira. No entanto, o desenvolvimento da linguagem prosseguirá no caso de o hemisfério direito estar intacto.
O pré-escolar tem a capacidade de aprender o significado de novas palavras por meio de uma exposição curta, como ao assistir à televisão ou ao ouvir uma música.
Alguns estudos demonstram uma aquisição muito rápida de palavras utilizadas por personagens de desenho animado.
A criança busca o aperfeiçoamento constante de suas capacidades de comunicação em uma tentativa de ser entendida e atingir seus objetivos.
A frustração é importante, se ela aponta para um objeto e a mãe ou cuidador não faz o que ela quer, ou fala de maneira inadequada e não é compreendida, há o estímulo para falar. Mães superprotetoras não favorecem a aquisição da fala.


Desenho da forma HumanaEditar

Na transição Fase Anal e Pré-escolar, o ser humano é “saco” que contém órgãos. No início da fase Pré-Escolar: formas mais completas, porém variáveis e sem planejamento. No final da fase Pré-Escolar: figura bem completa, planejada e com conteúdo reconhecível.


O Mundo da Fantasia - brincadeirasEditar

É o momento de liberdade de expressão. Brincar é sinal da saúde mental da criança.

Há a angustia da perda explica o porquê elas assistem varias vezes o mesmo desenho, para não perder aquela imagem, aquela sensação.
Desenho Abuso Sexual Infantil.png

Desenho Abuso Sexual Infantil Fonte: http://veja.abril.com.br/250309/p_082.shtml


O desenho é um meio de comunicação psicológica que expressam conflitos e desejos do meio externo.


Teorias EvolutivasEditar

Teoria Freudiana
-mecanismos conscientes x inconscientes
-libido
-divisão da personalidade


Complexo de ÉdipoEditar

Freud baseou o conceito de Complexo de Édipo, foi inspirado na mitologia grega, do teatro, escrito por Sófocles nomeado “Édipo Rei”.

A peça conta a história do Rei de Tebas, Laio, que foi avisado por um Oráculo sobre seu futuro, ele seria assassinado por seu próprio filho e que este se casaria com sua mulher, ou seja, sua mãe. Para que isso não acontecesse, Laio decide abandonar o seu filho num lugar ermo, colocou pregos nos pés da criança, para que morresse. Um pastor encontra a criança e lhe dá o nome de Edipodos (pés-furados). Essa criança, mais tarde é adotada pelo rei de Corinto. Já adulto, Édipo consulta o oráculo e recebe a mesma mensagem que seu pai Laio recebera anos antes, que iria matar o pai e se casar com a mãe, mas, acreditando que o aviso se dos pais adotivos, para evitar a tragédia Édipo foge de Corinto. Em sua fuga, Édipo é abordado com um bando de negociantes e seu líder e mata todos em uma briga, sem saber que o líder era Laio, seu pai. Ao chegar a Tebas, Édipo decifra o enigma da Esfinge e livra a cidade de suas ameaças. Por isso recebe o trono de rei e a mão da rainha Jocasta, agora viúva. Os dois se casam e têm quatro filhos.
Anos depois, quando uma doença contagiosa chega à cidade, Édipo e Jocasta vão ao oráculo tentar resolver essa questão e acabam por descobrir que são mãe e filho. Jocasta suicida-se e Édipo fura os próprios olhos como punição por não ter reconhecido a própria mãe.
Freud usou o mito de Édipo para basear sua teoria de que existe um desejo incestuoso na tríade (pai-mãe-criança) da criança pela mãe e a interferência do pai nessa relação, ou seja, ele é um inimigo.
A figura paterna, inicialmente percebida como mero obstáculo à realização dos desejos, é aos poucos introjetada.
O complexo de Édipo é a base da personalidade, e a dificuldade em ultrapassar esse momento de identificar a
Complexo de édipo meninos.png

Charge complexo de Édipo em meninos Fonte:As TRAUMÁTICAS Aventuras do Filho do Freud, http://filhodofreud.tumblr.com/

figura paterna pode ser a explicação de muitos comportamentos de dependência e imaturidade de indivíduos adultos. A inserção da figura paterna depende, entre outros elementos, da postura da mãe com relação ao pai. Não se pode falar em uma idade exata para que o complexo de Édipo se manifeste ou se dissolva.


O Complexo de Édipo nos meninosEditar

A partir dos três anos de idade, os meninos focalizam o seu prazer sobre o pênis. Nessa idade, o pênis se torna a parte do corpo mais rica em sensações e se impõe como a zona erógena dominante. Quando o pênis se torna, o representante do desejo, ele recebe o nome de FALO. O falo não é o pênis enquanto órgão, é um
O falo.png

Charge O falo Fonte: http://filhodofreud.tumblr.com/page/3

pênis fantasiado, símbolo do poder. Nessa idade, porém, o menino tem uma visão do corpo nu feminino, o qual é desprovido de pênis. Ele, que antes pensava que todas as pessoas no mundo possuíam um falo, agora percebe que existem seres castrados, sem pênis. Então, surgem as fantasias de angústia, pois, se existem seres que não possuem pênis, ele também pode perder o seu. Essas fantasias de angústia é o medo de ser castrado pelo pai. Ele deve fazer uma escolha: ou salva o seu falo-pênis ou fica com a sua mãe. Por causa do medo de perder seu falo-pênis, ele renuncia aos pais como objetos sexuais e recalca os seus desejos inconscientes.
Castração meninos.png

Charge O medo da castração. Fonte: http://filhodofreud.tumblr.com/


Dessa angústia de castração vem a resolução da crise edipiana, que consiste em três etapas: 1) recalcamento dos desejos; 2) renúncia aos pais como objeto de desejo e 3) incorporação dos pais como objeto de identificação.
Duas consequências decisivas ocorrem na estruturação da personalidade do menino ao fim do Complexo de Édipo: o surgimento de uma nova instância psíquica, o superego, e a confirmação de uma identidade sexual nascida por volta dos dois anos de idade e afirmada mais solidamente após o fim da puberdade.
A identidade sexual é instalada progressivamente pelo seu contexto familiar, social e linguístico, assim como pelas sensações erógenas que emanam de seu genital e a atração pelo pai de sexo oposto. Antes do Édipo, a criança ainda não sabe dizer se é menino ou menina, que o pai é um homem e a mãe uma mulher. É só na puberdade que essa identidade vai se consolidar.


O Complexo de Édipo nas meninasEditar

O Complexo de Édipo se desenvolve de forma um pouco diferente nas meninas. Elas passam primeiramente por uma fase pré-edipiana. Neste período, ela julga deter, assim como um menino, um falo, e se sente onipotente. Mas um evento crucial ofuscará o orgulho da garotinha: ela verá o corpo nu masculino, dotado de um pênis, e verá que o menino possui algo que ela não tem. A reação da menina é de decepção: "Ele tem algo que eu não tenho!". Agora que viu o pênis julga que o poder está no corpo do outro, no sexo masculino.

Enquanto o menino sente a angústia de castração, a menina vive a dor de uma privação, de uma perda. Lembre-se que o que levou o menino à resolução do Édipo foi a angústia de castração, isso é, o medo de perder o falo. Mas a menina constata que ela não tem o falo, isso é, não tem nada a perder. Como a mãe ou cuidadora é a única pessoa que importa no para ela, e sendo que ela mentiu sobre o falo que merece agora apenas desprezo.
Complexo de édipo meninas.png

Charge Complexo de Édipo em meninas Fonte:http://filhodofreud.tumblr.com/


Ao constatar o falo no menino, ela sofre, sente-se lesada em seu amor-próprio e reivindica o que acha que lhe é de direito: a menina é então presa de um sentimento que a psicanálise chama de "inveja do falo", o símbolo de potência por ele encarnado. Agora entra em cena a figura do pai, o grande detentor do falo. É quando a menininha se volta para ele para lhe reivindicar seu poder e sua potência. Quer ser tão forte quanto o pai e ter de volta aquilo que perdeu. É então que ela percebe que nunca terá o falo do pai, pois pertence a sua mãe. Agora a menina lança-se com todas as forças nos braços do pai não mais para lhe arrancar o poder, mas para ser ela mesma a fonte do poder. Isso é, ela quer ser o próprio falo, a favorita do pai. Surge agora o desejo incestuoso de ser possuída por ele, de ser o falo do pai. Quando tinha inveja, adotava uma atitude masculina, agora que quer conquistar, adota uma postura feminina, entrando efetivamente no Édipo. A fantasia de prazer que melhor ilustra o desejo edipiano de ser possuída pelo pai é geralmente expressa pela frase: "Quando crescer, vou me casar com o papai".
O amor pelo pai.png

Charge O amor da menina pelo pai Fonte: http://filhodofreud.tumblr.com/


Esse momento de entrada no Édipo é também o momento em que a mãe, após ter sido afastada, volta à cena e fascina a filha por sua graça e feminilidade. A menina então, espontaneamente, aproxima-se e identifica-se com a mãe. O comportamento edipiano da menina inspira-se completamente no ideal feminino encarnado pela mãe, na observação e no aprendizado de como seduzir um homem. É nessa fase que as meninas adoram observar a mãe se maquiando ou se embelezando. Mas é aqui que a mãe é vista, além de como um ideal, como uma grande rival. Assim, realiza-se o primeiro movimento de identificação da filha com o desejo da mãe: o de ser a mulher do homem amado e dar-lhe um filho.
Mas da mesma forma que o pai se recusou a dar o falo à filha, ele agora recusa tomá-la como objeto sexual, e ela se dá conta que é incapaz de lhe dar um filho, pois é pequena. Depois que a primeira recusa - "Não lhe darei meu falo!" - permitiu à menina se reaproximar da mãe e com ela identificar-se, a segunda - "Não a quero como mulher!" leva a filha a identificar a pessoa do pai.
Ocorre aqui então um fenômeno curioso, mas extremamente saudável no Édipo feminino: uma vez que a menina não pode ser o objeto sexual do pai, ela quer ser então como ele.
Enquanto o menino edipiano resigna-se a perder a mãe por covardia, a menina, por sua vez, que nada mais tem a perder, obstina-se audaciosamente a se apoderar do pai. Ela mata seu pai fantasiado, mas o ressuscita como modelo de identificação. Identificada com os traços masculinos do pai após ter se identificado com os traços femininos da mãe, a menina enfim abandona a cena edipiana.
Notem que as duas identificações constitutivas da mulher - identificação com a feminilidade da mãe e com a virilidade do pai - foram desencadeadas por duas recusas do pai: rec
A relação da mãe com o menino e a menino Édipo.png

charge A relação da mãe com o menino e a menina, Édipo Fonte: http://filhodofreud.tumblr.com/page/3

usa de dar o falo à filha e recusa de tomá-la como falo.


Identidade de GêneroEditar

Crianças, a partir dos três anos de idade, também passam a aprender padrões de comportamento de um processo chamado identificação. As crianças passam a se identificar com outra pessoa por causa de vários motivos, incluindo laços de amizade (um amigo ou uma pessoa próxima como outro parente ou uma babá, por exemplo) e semelhanças físicas e psicológicas. Também a partir dos três anos de idade que as crianças passam a ver diferenças entre pessoas do sexo masculino e feminino, tanto nos aspectos físicos quanto nos aspectos psicológicos, como os estereótipos dados a ambos os sexos pela sociedade (exemplos: menino brinca com bola, menina brinca com boneca).
A identidade do gênero tem sido definida como a capacidade da criança reconhecer que é membro de um sexo e não de outro. Em torno dos quatro a cinco anos há um aumento do comportamento estereotipado do papel do gênero acompanhado de ideias culturalmente definidas. Criança se 'rotula'. Este processo evolui até a consolidação da identidade sexual na vida adulta na qual o indivíduo se auto define hetero ou homossexual de acordo com o que é experimentado como eroticamente atrativo.

Links ExternosEditar

1) Os monstros da minha casa - Desenhos de crianças retratando o abuso sexual que sofreram

http://www.ovelhasvoadoras.com.br/2013/09/desenhos-de-criancas-retratando-o-abuso-que-sofreram.html

2) Diagnóstico de crianças com alterações específicas de linguagem por meio de escala de desenvolvimento

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X2004000400015&lang=pt

3) A versão mais engraçada do Complexo de Édipo

https://www.youtube.com/watch?v=2qbimYYPwMY



Referências BibliográficasEditar

EIZIRIK, Cláudio Laks; KAPCZINSKI, Flavio; BASSOLS, Ana Margareth Siqueira (Organizador). O ciclo da vida humana: uma perspectiva psicodinâmica. Porto Alegre: Artmed; 2007 200 p.


http://psicologiadodesenvolvimentofurg2012.blogspot.com.br/2013/04/a-crianca-em-idade-pre-escolar.html


GANDRA, Yaro Ribeiro. O pré-escolar de dois a seis anos de idade e o seu atendimento. Rev. Saúde Pública,  São Paulo ,  v. 15, supl. Dec.  1981 .   Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-89101981000700002&lng=en&nrm=iso>. access on  21  Nov.  2013.  http://dx.doi.org/10.1590/S0034-89101981000700002.

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