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Febre e anamnese geral(peso)

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Editor: Danio Burko

Colaboradores: Airton J. Camilotti Jr., Luiz Brandão, Guilherme Garrido, Oquesana Silva, Larissa Fabri

FebreEditar

A febre pode ser definida como uma elevação da temperatura corporal que ultrapassa a variação diária normal e ocorre associada ao aumento do ponto de ajuste talâmico – por exemplo, de 37º para 39º. Febre acima de 41,1 º é descrita como hiperpirexia. 

Febre 2.jpg

fonte:http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/variedades/vida-e-saude/noticia/2012/09/febre-nao-e-doenca-e-nem-sempre-precisa-ser-tratada-diz-pediatra-3891772.html

Febre obscuraEditar

Em 1961, era uma temperatura maior que 38.3º em varias ocasiões, com mais de 3 semanas de duração sem diagnóstico por mais de uma semana de internação. Em 1991, 3 visitas em consultório ou 3 dias de internação com investigação apropriada, forma determinados como pré-requisitos para definição de febre obscura. Levando em conta a temperatura axilar em ambos os casos. 51% de febres de origem obscura não possuem  diagnostico. É uma manifestação incomum, de uma doença comum.

Temperatura corporal normalEditar

O local habitual de aferição é o oco axilar, mas a temperatura pode ser tomada no reto e na boca. Algumas diferenças entre estes locais podem ser indicadores clínicos, como o Sinal de Lenander, onde uma diferença entre a temperatura axilar e retal maior que 1ºC, sugere apendicite aguda. A temperatura axilar normal deve estar compreendida entre 35,5 a 37ºC, com média de 36 a 36,5ºC; a temperatura bucal deve estar entre 36 a 37,4ºC; A temperatura retal, por sua vez, entre 36 a 37,5ºC, ou seja, 0,5ºC maior que a temperatura axilar.

Principais Causas de febreEditar

Bacterianas, virais, parasitárias, fungos, ricktesias , neoplasias, colagenoses (lúpus), embolia pulmonar, drogas, sarcoidose, hipertireoidismo, pancreatite, entre muitas outras.

CaracterísticasEditar

Início, sintomas associados, intensidade, duração, evolução, término e método de aferição utilizado pelo paciente.

Para propósitos diagnósticos a febre pode ser aguda, subaguda e crônica, variando no período em que o paciente permanece febril.

Início: quando iniciou a febre e como foi a evolução da mesma, se foi súbito ou gradual.

Sintomas associados: pesquisar qualquer sintomatologia que acene junto com a febre, sejam sintomas sistêmicos ou outros que o paciente associe com a febre. Mialgias(triquinose, EISA, PAN, AR, polimiosite), cefaleia(meningite crônica, malária, brucelose, neoplasia snc), confusão mental( meninginte tb, neurocripto, meningite carcinomatossa, neoplasia snc, brucelose, febre tifoide, hiv), avc( EISA, arterite de takayasu, PAN) tosse seca( tuberculose), distúrbio visual(arterite corporal).

Intensidade: leve( até 37,5º), moderada( 37,5º a 38,5º) ou alta( acima de 38,5º).

Duração: quanto tempo do início até o momento da consulta.

Evolução: comportamento da febre durante o período febril. é daí que se se propõem o tipo de febre em questão.

Término: com uso de medicamentos ou espontânea.

Método de aferição: nem sempre o paciente realmente mediu a temperatura.

Tipos de febreEditar

contínuaas oscilações diárias de temperatura não ultrapassam 1º entre a máxima e a mínima. (Ex.: Febre tifoide e pneumonia ) .

remitenteas oscilações diárias vão além de 1º e a temperatura mínima não atinge a normal, sem apirexia. (Ex.: septicemia, pneumonia e tuberculose). 

intermitentea hipertermia é ciclicamente interrompida por um período de temperatura normal, isto é, registra-se febre pela manhã, mas esta não aparece à tarde, ou então, em um dia há febre e no outro não. Por vezes o período de apirexia se estende por 2 dias. A primeira se denomina cotidiana, a segunda terçã, e a última quartã. (Ex.: malária, inf. urinárias, linfomas e septicemias).

recorrente ou ondulanteperíodo de temperatura normal que dura dias, até semanas, interrompido por períodos de temperatura elevada. Durante a fase de febre não há grandes oscilações. (Ex.: brucelose, doença de Hodgkin e outros linfomas).

Dados epidemiológicosEditar

Uso de medicamentos, pessoas com mesmo quadro e contactantes, viagens e contato com animais.

Exposição alimentarEditar

Mcdonald’s, Kentucky fried chicken, pizza hut, Burger king tiveram problemas relacionados aos seus produtos, com contaminação alimentar, provocando uma série de sintomas, inclusive febre. O trabalho com alimentos é parte integral da história de exposição. 

Sintomas de alarmeEditar

Febre maior que 41ºC, rash cutâneo, alteração do estado mental, imunossupressão, dispnéia. 


Anamnese geralEditar

PesoEditar

Calculo-imc-feminino-aprenda-a-fazer-4.jpg

fonte: http://www.hiperfeminina.com/boa-forma/calculo-imc-feminino-aprenda-a-fazer

Avaliação do peso e detecção de perda ponderal. Frequência com q se pesa, quantidade de peso perdida, quando começou a acontecer a alteração de peso, como notou a alteração de peso, circunstâncias associadas (alteração do apetite, alteração de dieta, uso de medicamentos para emagrecer, atividade física), sintomas associados. Ao exame físico pesa-se o paciente e estabelece o peso ideal. Regra de Broca: corresponde, em kg, aproximadamente ao numero de centímetros que ultrapassam um metro de sua altura, subtraindo 5% no caso da mulher. O ideal mesmo é o IMC (índice de massa corpórea), que é efetuado pela razão: peso sobre a altura ao quadrado. Abaixo de 18,5 é baixo peso; entre 18,5 e 24,9 é normal; 25 e 29,9 é sobrepeso; 30 e 34,9 é obesidade leve; 35 e 39,9 é obesidade moderada; acima de 39,9 é obesidade mórbida.  A relação cintura-quadril também é importante, principalmente para avaliar os riscos relacionados com problemas coronários. Abaixo segue a tabela baseada na razão: cintura abdominal, dividida pela cintura do quadril. 


'TABELA' DE RELAÇÃO CINTURA - QUADRIL

CLASSIFICAÇÃO DE RISCOS PARA HOMENS

IDADE

BAIXO

MODERADO

ALTO

MUITO ALTO

20 A 29

< 0,83

0,83 A 0,88

0,89 A 0,94

> 0,94

30 A 39

< 0,84

0,84 A 0,91

0,92 A 0,96

> 0,96

40 A 49

< 0,88

0,88 A 0,95

0,96 A 1,00

> 1,00

50 A 59

< 0,90

0,90 A 0,96

0,97 A 1,02

> 1,02

60 A 69

< 0,91

0,91 A 0,98

0,99 A 1,03

> 1,03

 

CLASSIFICAÇÃO DE RISCOS PARA MULHERES

IDADE

BAIXO

MODERADO

ALTO

MUITO ALTO

20 A 29

< 0,71

0,71 A 0,77

0,78 A 0,82

> 0,82

30 A 39

< 0,72

0,72 A 0,78

0,79 A 0,84

> 0,84

40 A 49

< 0,73

0,73 A 0,79

0,80 A 0,87

> 0,87

50 A 59

< 0,74

0,74 A 0,81

0,82 A 0,88

> 0,88

60 A 69

< 0,76

0,76 A 0,83

0,84 A 0,90

> 0,90

FONTE: APPLIED BODY COMPOSITION ASSESSMENT, PÁGINA 82 ED. HUMAN KINETICS, 1996.


Causas de perda ponderalEditar

Neoplasias, distúrbios psiquiátricos, gastrointestinal, endócrina, infecciosa e idiopática. Perda de mais de 5% do peso basal em 6 meses é significativo.

Predisposição fisiológica no aumento de pesoEditar

Obesidade, menopausa, suspensão do tabagismo, aumento da ingesta calórica e diminuição da atividade física.

Medicamentos relacionadosEditar

Glicocorticoides, antidiabéticos, anticonvulsivantes, anticoncepcionais, etc.


Referências bibliográficasEditar

Burko, Danilo. Anotações da aula de propedêutica médica, 22/04/2013. Univille .

Porto, Celmo Celeno. Semiologia médica, 2º edição: Guanabara Koogan,1994.

Harrison. Medicina interna, volume I, 15º edição: Mcgraw-Hill, 2002.


Links relacionadosEditar

http://www.saudeemmovimento.com.br/saude/cintura_quadril.htm

http://www.consultormedico.com/consultar-doencas/outras/apendicite.html

http://www.tuasaude.com/relacao-cintura-quadril/

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