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Questões 1 a 26

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Editores: Carlos Ehrl e Rafael de Geus Koerber


Questionário 1 a 26Editar

1. Células epiteliais do tubo gastrointestinal são responsáveis pelas secreções e pela absorção dos nutrientes. Os plexos mioentérico e submucoso compreendem o sistema nervoso entérico, sendo responsáveis pela integração e coordenação da motilidade, secreções e funções endócrinas do trato gastrointestinal.


2. O sistema nervoso parassimpático autônomo do trato gastrointestinal é normalmente ativador, suas funções são carreadas pelo nervo vago e nervos pélvicos. Ocorrem sinapses pre ganglionares nos plexos mioentéricos e submucoso.


3. O reflexo vago vagal é definido como um estímulo vagal que ocorre de forma ascendente e descendente.


4. O sistema nervoso simpático é normalmente inibitório, suas fibras se originam entre o T-8 e L-2. Suas sinapses ocorrem nos gânglios pré vertebrais. Os seus corpos celulares mandam mensagens para musculatura lisa, células secretórias e endócrinas do trato gastrointestinal.


5. A coordenação entre os dois sistemas ocorre pela inervação intrínseca. Ocorrem reflexos locais que controlam a motilidade (mioentérico) e secreção (submucoso).


6. O plexo mioentérico controla motilidade, o plexo de Meissner's (submucoso) controla as secreções e fluxo sanguíneo, recebendo informações dos quimio e mecanoreceptores do TGI.


7. Hormônios são liberados pela células endócrinas do TGI, entram na circulação porta depois na circulação sistêmica agindo sobre as células alvo.


8. Quatro são os hormônios oficiais: gastrina,  colecistocinina, secretina e GIP.


9. A gastrina aumenta a secreção de H+ nas células parietais e estimula o crescimento da mucosa. É secretada pelas células G no antro em resposta ao alimento. Secretada também em resposta a: pequenos peptídeos, aminoácidos, sendo os mais importantes a fenilalanina e triptofano. É estimulada pela distensão do estômago e estímulo vagal. Inibida pela presença de H+ e pela somatostatina. No caso do nervo vago é estimulado pelo peptídeo liberador da gastrina.


10. A colecistocinina estimula a contração da vesícula biliar, relaxa o esfíncter de Oddi, estimula secreção de enzimas pancreáticas, estimula a secreção do HCO3 e inibe o esvaziamento gástrico.


Liberado pelas células I da mucosa do duodeno e jejuno pelo estímulo de pequenos peptídeos, aminoácidos, ácidos fracos e monoglicerídeos.


11. A secretina estimula a secreção de HCO3 pancreático e biliar, aumenta produção da bile e inibe a secreção de H+ pelas células parietais gástricas.


12. O peptídeo inibidor gástrico (GIP) estimula liberação de insulina. A produção é estimulada por ácidos graxos, aminoácidos e glicose administrados por via oral.


13. As secreções parácrinas se difundem pela mucosa. As mais importantes são somatostatina e histamina. A somatostatina secretada em resposta ao H+ inibe a secreção desse próton e de todos os hormônios gastrointestinais. A histamina secretada pelas células principais aumenta a secreção de H+ pelas células parietais gástricas, potencializando os efeitos da gastrina e do estímulo vagal.


14. Peptídeo intestinal vasoativo produz relaxamento da musculatura lisa, incluindo esfíncter esofagiano inferior. Estimula HCO3 e inibe secreção de H+.


15. Bombesina e histamina estimulam a liberação da gastrina pelas células G.


16. A encefalina estimula a contração da musculatura lisa do esôfago inferior, piloro e esfíncter ileocecal. Inibe a secreção intestinal de íons e eletrólitos. Sua base fisiológica é utilizada para tratar diarreia.


17. A camada circular leva a contração em forma de anel das alças e diminui o diâmetro do segmento, a despolarização da musculatura longitudinal diminui o comprimento do segmento. Dois tipos de contração: fásica, que contrai e relaxa periodicamente, ocorre no esôfago, antro e intestino delgado, já a tônica deixa contraídas as estruturas, relaxando eventualmente o esôfago terminal, válvula ileocecal e esfíncter anal.


18. Na deglutição o reflexo é coordenado pela medula, via nervo vago e glossofaríngeo. A nasofaringe se fecha, a respiração é inibida, os músculos laríngeos se contraem, a glote se fecha, a laringe se eleva e a peristalse empurra o alimento para o esôfago levando a abertura do esfíncter esofagiano superior.


19. A região cefálica do estômago inclui fundo e corpo proximal, possuindo glândulas oxínticas. A região caudal, composta pelo corpo distal e antro é responsável pela mistura dos alimentos, promovendo sua liberação em direção ao duodeno.


20. Para a entrada do alimento no estômago deverá ocorrer o relaxamento receptivo, que é um reflexo vagovagal que inicia-se com a distensão do estômago. Na região cefálica do estômago, a colicistocinina colabora melhorando o relaxamento receptivo.


21. Na porção caudal do estômago, ocorrem de 3 a 5 ondas por minuto. Uma onda de contração fecha a região antral de maneira que o conteúdo é propelido de volta para o estômago, fato chamado de retropropulsão. Estas contrações são estimuladas pelo nervo vago e são diminuídas pela estimulação simpática. A motilidade participa durante o jejum, no chamado complexo mioentérico de migração, para limpar o alimento residual.


22. O esvaziamento gástrico ocorre de forma mais rápida quando seu conteúdo é de líquidos isotônicos,  e é inibido na presença de gorduras, que estimulam a liberação de colicistocinina. Outro importante fator que inibe o esvaziamento gástrico é a presença de H+ no duodeno, cujos receptores informam a musculatura lisa via interneurônios.


23. O parassimpático estimula a contração intestinal, já o simpático a inibe. A segmentação mistura o conteúdo intestinal, e o peristaltismo propele. Na segmentação, ocorre movimento para frente e para trás, causando mistura. No peristaltismo, a contração seguida de relaxamento anterior facilita o transporte dessa mistura.


24. O reflexo ileogástrico inicia-se no estômago, que pela presença do alimento, estimula o relaxamento ileal, criando novo enchimento do intestino delgado.


25. Na primeira contração do cécum o esfíncter íleo-cecal se fecha, evitando refluxo do material. Há ocorrência de contrações de segmentação que misturam o bolo fecal, ocorrendo movimentos da massa, de um a três vezes ao dia, sendo responsável pelo transporte tranverso ao sigmoide. Como no cólon distal a água foi absorvida, o bolo fecal se transforma em algo mais sólido, fazendo com que seu transporte seja lento.


26. Defecação: assim que o reto é preenchido ocorre o relaxamento do músculo retoesfincteriano(esfíncter interno), processo chamado de reflexo esfincteriano. Assim, quando é preenchido por cerca de 25%, ocorre o desejo de defecar, que não ocorre pela contração do esfíncter externo. No momento da defecação, o esfíncter anal relaxa voluntariamente e o reto se contrai, as vezes causando uma pressão intrabdominal e o fechamento da glote, que podem auxiliar no processo.

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