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Relação médico-paciente (07/05) + Tipos de médico e pacientes (14/05)

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Editor: Nicolas Dominico

Colaboradores: Ana Santin, Jessé Lana, Leandro Rosin, Renata Dal Bó

RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTEEditar

Auto-reflexão e compreensão: essenciais para transformar o relacionamento em uma força positiva. Os médicos devem ser empáticos, mas não a ponto de tentar ser o salvador do paciente, ou fantasiar sobre tal situação. Esses profissionais também devem ser capazes de separar vida profissional da vida pessoal, caso contrário, o envolvimento excessivo pode prejudicar a empatia.

-Empatia, mas sem sentimentalismo: Empatia pode ser entendida como a apreensão de vivências alheias (sensações, sentimentos, experiências) como se fosse sua, entretanto, sem compartilhar o que a pessoa sente. A empatia exige calma e receptividade.

Elementos necessários para se sentir empatia: consciência, integridade das estruturas cerebrais necessárias, as emoções e os sentimentos.

“A empatia é, de certa forma, uma “introspecção indireta”.”

Zz.png

Relação médico paciente. http://www.google.com.br/imgres?um=1&safe=off&sa=N&biw=1304&bih=707&hl=pt-BR&tbm=isch&tbnid=g7sIbUxqzDUKiM:&imgrefurl=http://blog.drpastore.com.br/%3Fp%3D209&docid=4COjiiTgP-ZZrM&imgurl=http://blog.drpastore.com.br/wp-content/uploads/2011/07/drpastore_medico_e_paciente.jpg&w=600&h=400&ei=zQXXUdCiKrfi4AOPwIDAAg&zoom=1&ved=1t:3588,r:21,s:0,i:157&iact=rc&page=2&tbnh=183&tbnw=246&start=11&ndsp=21&tx=142&ty=99

-Atenção, mas sem intimidade: “O alvo de toda a atenção do médico é a saúde do ser humano, em benefício do qual deverá agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional.”. Ser atencioso sem se envolver sentimentalmente, restringir-se ao problema.

-Flexibilidade e tolerância: alguns dos itens que devem ser tolerados e ter certa flexibilidade são a religiosidade e a espiritualidade, porém não devem ser separados, apenas distinguidos. O médico deve mostrar disposição para o diálogo sobre esses dois assuntos, além disse, ele deve ser tolerante e respeitoso, construindo assim uma boa relação com o paciente.

Valorizar a espiritualidade com parte do ser humano, desenvolvendo meios de respeito e tolerância para com o paciente, e vê-lo como um ser integral e autônomo. “Não basta ser tolerante, é preciso demonstrar tolerância e cumprir um acordo de intenção para se contornar as adversidades.”

-George Engel: deu destaque as insuficiências e limitações do modelo tradicional biomédico e defendeu a aprovação de uma abordagem biopsicossocial. O modelo biopsicossocial propunha que a doença seja vista como um resultado da interação de diversos mecanismos. Assim, o estudo de qualquer doença deve englobar as características do indivíduo, assim como seu corpo e seu ambiente.

“Ele destacou a humanização, onde a observação (visão externa), introspecção (visão interna), e o diálogo (entrevista) são a base da tríade metodológica para o estudo clínico e para processamento cientifico de dados do paciente".

-Modelo paternalista (sacerdotal): o médico toma as decisões, o paciente se submete as decisões do médico, não tem voz na consulta. A relação médico-paciente é assimétrica, a tal ponto do paciente ser considerado como uma “coisa”, e não um ser. A consulta se desenvolve como absoluta desigualdade e de uma total submissão do paciente.

São exemplos desse modelo:

- Tratar um paciente sem o seu consentimento;

- Dar um placebo;

- Omitir uma informação sobre o prognóstico;

- Realizar um procedimento cirúrgico sem dar uma segunda opção ou uma segunda opinião.

“O comportamento paternalista envolve a privação da liberdade das pessoas.” Também existem violações morais, como a privação da liberdade, o faltar com explicações e a promoção de dor ou sofrimento.

MÉDICO > paciente

 

-Modelo informativo (engenheiro): o paciente é informado do diagnóstico sobre sua doença, tratamentos, dificuldades, e cabe a ele decidir por qual opção seguir e é ele que decide a decisão final sobre o tratamento. O paciente tem direito de escolher qual a melhor opção, essa ideia é defendida por muitos médicos, juristas e bioéticos, porém não é unânime.

Médico < PACIENTE


-Modelo interpretativo (contratualista): MÉDICO <=> PACIENTE, médio envolvimento.

-Modelo deliberativo (contratualista): MÉDICO <=> PACIENTE, alto envolvimento.

Zzz.png

Médico e família. http://www.google.com.br/imgres?um=1&safe=off&sa=N&biw=1304&bih=707&hl=pt-BR&tbm=isch&tbnid=euX5_ya2kxw3sM:&imgrefurl=http://www.humanasaude.com.br/novo/materias/2/sucesso-da-consulta-no-pediatra-depende-da-boa-rela-o-m-dico-paciente_5791.html&docid=WFHYiDcfMFeGkM&imgurl=http://www.medplan.com.br/site/imagens/geral/img_20080424_151059.jpg&w=350&h=230&ei=zQXXUdCiKrfi4AOPwIDAAg&zoom=1&ved=1t:3588,r:12,s:0,i:122&iact=rc&page=2&tbnh=173&tbnw=263&start=11&ndsp=21&tx=209&ty=67

Conceitos

-Transferência: inconsciente, paciente atribui ao médico características de relacionamentos passados.

-Contratransferência: inconsciente, médico atribui características ao paciente.

Evolução medicina + relação médico paciente.

TIPOS DE MÉDICOSEditar

-Médico paternalista: tomam decisões sem consultar os pacientes, presumindo o que é o melhor para eles. Impõe um limite à autonomia do indivíduo.

-Médico inseguro: não tem segurança sobre as decisões, se deixa levar pelo paciente, abrindo mão de certos procedimentos quando contradito.

-Médico especialista: se preocupa apenas com sua área de especialidade, não analisando o paciente como um todo, fica apenas focado sobre sua especialização e acaba deixando passar algo simples, pois não deu atenção mínima ao paciente, em alguns casos se esquece deste, focando apenas no motivo da queixa.

-Médico curador: tem a solução para tudo, nada é um problema para ele.

-Médico pessimista: torna algo simples de ser aceito ou tratado em algo complicado para o paciente, deixando este ansioso e inseguro.

-Médico otimista: vê o lado bom em tudo, tenta deixar o paciente alegre, mesmo que em alguns casos ele fique iludido. É o oposto do médico pessimista.

-Médico autoritário: manda no paciente, não aceita ser contradito, é a autoridade máxima durante a consulta.

-Médico recém-formado: não tem muita experiência e tenta aplicar os conhecimentos teóricos na prática, de modo mais completo o máximo possível.

Tipos de paciente

-Paciente ansioso: apresenta incerteza, mudando a história ou acrescentando novos dados. A pessoa não consegue relaxar, pois apresenta tensões ou medos exagerados.

-Paciente hipocondríaco: pesquisa várias doenças que apresentam o mesmo sintoma que o seu, já vem com o diagnóstico pronto. Aconselha o tratamento, discorda do médico, discute.

-Paciente tímido: não conta história de forma completa, tem dificuldade para relatar os sintomas para o médico, não deixa a história ser aprofundada.

-Paciente deprimido: apresenta baixa auto-estima, desânimo, irritação, desinteresse. Dificuldade do médico em colher a história do paciente.

-Paciente psicótico: apresenta comportamentos estranhos, diferentes das demais pessoas, pode apresentar períodos de incapacidade de pensar racionalmente.

Apoiom.png

Paciente depressivo. https://www.google.com.br/search?gs_rn=17&gs_ri=psy-ab&tok=P2nLAwFKqc8dYxbLZegtsQ&pq=rela%C3%A7%C3%A3o%C2%B4m%C3%A9dico+paciente&cp=7&gs_id=3&xhr=t&q=rela%C3%A7%C3%A3o+m%C3%A9dico+paciente&safe=off&bav=on.2,or.r_cp.r_qf.&bvm=bv.48705608,d.dmQ&biw=1304&bih=707&um=1&ie=UTF-8&hl=pt-BR&tbm=isch&source=og&sa=N&tab=wi&ei=xAXXUbeIF5fd4APAoIH4BA#um=1&safe=off&hl=pt-BR&tbm=isch&sa=1&q=paciente+depressivo&oq=paciente+depressivo&gs_l=img.3..0.24329.25882.4.25927.12.8.0.4.4.1.195.745.5j3.8.0...0.0.0..1c.1.17.img.H3ms7oALkoo&bav=on.2,or.r_cp.r_qf.&bvm=bv.48705608,d.dmg&fp=4a613307a7236b0a&biw=1304&bih=707&facrc=_&imgdii=_&imgrc=QyVW94ruYRH_LM%3A%3BQ1_A30uGu59ymM%3Bhttp%253A%252F%252F3.bp.blogspot.com%252F-fxa2rA91Cag%252FTbhdVfvrs4I%252FAAAAAAAAABo%252FMJpbdVvLai4%252Fs1600%252FDepress%252525C3%252525A3o%252B2.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fdoencamentalap.blogspot.com%252F2011%252F04%252Fpintura-de-um-paciente-depressivo.html%3B202%3B290

Flexibilidade do atendimento

Procurar discutir com o paciente qual procedimento seguir e apresentar as opções, conversar com o paciente, não impor algo. Respeitar as decisões e diferenças do paciente, respeitar sua cultura, crenças. Perguntar de qual maneira o paciente prefere ser chamado, o que o incomoda, o que o agrada, se existe algo que o aflinge.

Links Relacionados

1- http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232004000100014&nrm=iso&tlng=pt site acessado dia 02 de julho de 2013.

2- http://www.crmpr.org.br/imprensa/arquivos/2-lugar-ravel.pdf site acessado dia 02 de julho de 2013.

3- http://www.scielosp.org/pdf/csc/v9n1/19831.pdf site acessado dia 02 de julho de 2013.

4- http://www.yumpu.com/pt/document/view/12598920/a-quem-interessa-a-relacao-medico-paciente-scielo site acessado dia 02 de julho de 2013.


Referências bibliográficas

1- Nicolas, G.D. Anotação da aula da disciplina de Psicologia Médica. Univille. 07/5/2013

2- Nicolas, G.D. Anotação da aula da disciplina de Psicologia Médica. Univille. 14/5/2013,

3- http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X1999000300023&nrm=iso&tlng=pt site acessado dia 02 de julho de 2013.

4- http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27492007000600001&nrm=iso&tlng=pt site acessado dia 02 de julho de 2013.

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