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Relação profissional – Paciente: Subsídios para profissionais de saúde

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Editor: Nicolas Dominico

Colaboradores: Ana Santin, Jessé Lana, Leandro Rosin, Renata Dal Bó

==Relação profissional – Paciente: Subsídios para profissionais de saúde. ==

Incorporou-se nos serviços médicos o respeito as diferenças culturais, responsabilidade ética e profissional e os direitos do consumidor. Sendo que a qualidade do serviço se dá pela relação interpessoal.

Os primeiros atendimentos profissionaisEditar

Dá-se no “rito de passagem” entre a vida de estudante e vida profissional. Nessa situação estão presentes a ansiedade, pela angústia de não se lembrar de algo já estudado e o medo daquilo que ainda é desconhecido, medo das novas situações que enfrentará.

O estudante ao entrar em contato com o paciente, não tem um identidade profissional formada, apresenta ansiedade e incertezas, bem como falta de experiência prática. Ele também encontra dificuldades quanto sua aceitação pelo paciente, medo de não ser receptivo ou de não compreender os sentimentos deste, insegurança ao lidar com seus próprios sentimentos ou invadir a intimidade do paciente. Por conta disso, o estudante deve ser supervisionado.

Um fator importante na vida do estudante é sua auto-estima ao lidar com as diferentes situações, isso é facilitado pela troca de informações ou discussões com seus professores sobre os problemas associados aos primeiros pacientes, visando uma melhora gradual e aumento da satisfação profissional e pessoal. Por outro lado, o estudante pode mascarar suas incertezas e dificuldades e passar a criar mecanismos de defesa, o que pode interferir na capacidade de interagir de forma satisfatória com o paciente.

Modelos de relação profissional-pacienteEditar

Pode-se ter como base dessa relação o tipo de doença, sua fase de evolução e as correspondentes fases psicológicas do paciente.

SCHNEIDER descreve três modelos da relação profissional-paciente:

O grau de atividade-passividade (formulado por Hollender);

A distância psicológica (formulado por Von Gehsattel);

O grau de contato pessoal (formulado por Tatossian).

Sendo que o modelo que enfoca o grau de atividade-passividade pode distinguir três tipos básicos de relação:

Atividade-passividade (protótipo: relação mãe-lactante) – há atividade profissional e passividade ou dependência do paciente (urgências, estados de coma e cirurgias);

Direção-cooperação (protótipo: relação pais-filhos) – há direção pelo profissional e cooperação do paciente (enfermidade aguda, infecciosa, acidentes);

Participação mútua e recíproca (protótipo: relação adulto-adulto) – participação mútua e recíproca do profissional e do paciente (enfermidades crônicas, readaptações).

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